VALORES

Por meio de historias , cronicas e atualidades ...refletir os valores, tão esquecidos hoje em dia... além de tambem compartilhar minhas leituras, imagens, fotografias, e atividades relativas ao terceiro setor.

VALORES

Por meio de historias , cronicas e atualidades ...refletir os valores, tão esquecidos hoje em dia... além de tambem compartilhar minhas leituras, imagens, fotografias, e atividades relativas ao terceiro setor.
<  Dezembro 2009  >
S T Q Q S S D
  1 2 3 4 5 6
7 8 9 10 11 12 13
14 15 16 17 18 19 20
21 22 23 24 25 26 27
28 29 30 31      
Buscar
Receba os posts
Terra Blog

02.10.08

FAVORES E DIREITOS UM DESAFIO CULTURAL

[02/10/2008]
Favores x Direitos um desafio cultural

Humberto Dantas *


Numa cidade da Grande São Paulo um cidadão morreu em casa, dormindo. Como costumamos dizer no interior: "como um passarinho". A família era pobre, sequer tinha condições financeiras e conhecimento suficientes para enterrar o sujeito. Não sabia como começar. Os desesperados não tinham conhecimento da regra. Não foram informados de que, naquela cidade, os mais pobres têm direito a um enterro digno, garantido pelos cofres públicos. A notícia do falecimento, no entanto, correu ligeira. Em poucos instantes, um engravatado solícito, semblante de dor, batia à porta. Estendeu a mão apontando um cartão de visita. Trazia a solidariedade de um vereador, o mesmo que ajudara a aprovar a lei que beneficiava os menos abastados em momento difíceis como esse. O sujeito se apresentou como assessor, garantiu que o gabinete cuidaria de toda a cerimônia fúnebre. Em pouco tempo, um veículo longo estacionou na porta da casa. O corpo foi velado e enterrado, a família não gastou um centavo, o vereador faturou novos eleitores. Diante de um direito, o legislativo local lucrou mais um punhado de votos. Não pautado no reconhecimento de um direito e louvor a um trabalho digno, mas sim na precisão pontual de uma "gentileza".

Até quando?

A história acima se repete cotidianamente em milhares de cidades do Brasil. A vaga na escola, a cadeira de rodas, a ambulância, a internação, o cadastramento entre os mais pobres. Tudo com base em favores, relações pontuais e sobrevivência política. Longe do conhecimento suficiente, nos amparamos na específica relação de amizade com o Poder Legislativo. Quando o vereador que nos ampara falece, ou deixa de se eleger, um drama se estabelece. A rigidez, a universalidade e a capacidade de atender a todos que têm o direito cedeu espaço aos favores. E quando a fragilidade dos favores se rompe, resta o limbo da fila, do afastamento e da exclusão. "Ruim com os favores, pior sem eles", pensa a grande maioria. E nos aprofundamos nesse lodo de nossa cultura política, onde é mais fácil lançarmos três telefonemas em busca de um conhecido que nos quebre um galho, do que lutar coletivamente por direitos estabelecidos no papel e ignorados na prática. Até quando?

Nesse ano elegemos mais de 60 mil vereadores. Achatados pela força política dos prefeitos, trocam seus ideais partidários - que partidos? - por favores paroquiais capazes de atender as comunidades que lhes garantirão votos em 2012. Muita atenção, eleitor! Deixe um pouco de lado a eterna crença de que o seu prefeito é um super-herói e se aproxime com vigor da Câmara Municipal de sua cidade. Estabeleça redes de cidadãos dispostos a verificar o que é direito de responsabilidade dos municípios, e seja capaz de realizar o mais democrático dos atos: a luta pela quebra dos favores e universalização das ações do poder público. Isso sem nunca deixar de lado a lógica da ética, aquela que afirma que o cidadão deve praticar algo pautado na crença de que determinada ação possa ser realizada por todos. A universalização é o bem maior da vida coletiva em um sistema democrático. Fique atento.

[Publicado na edição Nº08 - Outubro 2008 - Revista Missões]

* Doutor em Ciência Política, professor universitário e apresentador do programa Despertar da Cidadania, na Rede Canção Nova de Rádio

Fonte Adital

22.09.08

QUOCIENTE

Quociente

Confunde-se política com politicagem! E nesta mistura de conceitos o cidadão sai perdendo. Imagina, ingenuamente, que pode se manter distante da política. Engano, pois mesmo criticando os que praticam a politiquice, o cidadão age politicamente, apenas atua de uma forma negativa. Política tudo mundo faz, consciente ou inconscientemente. A ambigüidade está na mistura dos conceitos. É o motivo pelo qual, em princípio, muitos jovens relutam participar do processo eleitoral. No entanto, quando se expõe a eles, e aos demais cidadãos, o legitimo sentido da política, percebe-se uma positiva reação. Todo cidadão consciente quer o bem da coletividade e, a sua maneira, procura colaborar na sua consecução. Faz política, portanto, mesmo que seja de uma maneira inconsciente. Há épocas quando esta participação se faz mais evidente, como é o período eleitoral. Pelo voto o cidadão se torna diretamente responsável por um futuro mais decente para o seu município. Em contrapartida, quando desdenha o processo eleitoral, ou pior, quando se omite, age como um mau político, iguala-se aos que ele mesmo tão veemente critica, além, claro, de não contribuir com nada para melhorar a situação. Por mais indigesta, a verdade é que os políticos dependem da visão que os cidadãos fazem da política. Não existem mais políticos biônicos, são todos sufragados. Se persistem prestigiados homens públicos desonestos e corruptos, é porque cidadãos que têm da política uma visão interesseira decidem participar, ao passo que cidadãos que se imaginam corretos se abstêm de atuar. Ambas as categorias de cidadão agem mal politicamente. Incômoda verdade, mas real e tem fundamento!

Outra intrigante situação é o malogro em renovar as Câmaras municipais. Profundo é o anseio do povo em ver as Câmaras renovadas, livres daqueles políticos oportunistas, alguns inclusive com antecedentes obscuros. A maioria dos cidadãos é gente de bem, que quer o legitimo progresso da cidade e de forma nenhuma admite ser representada por gente ímproba. Emerge espontânea uma indagação ao mesmo tempo inquietante e instigante: como se explica a vitória dos mesmos elementos, alguns, inclusive, recebendo um número reduzido de votos? Por que nunca acontece a tão desejada renovação, mesmo com honestos e bem-intencionados postulantes se apresentando?

Os diplomados não são sempre os mais votados. Nem os mais idôneos. Nem os mais desejados. Isto acontece nos sufrágios proporcionais, ou seja, nas eleições para vereadores. As regras precisam ser melhor explicadas aos eleitores. É o que devem fazer os partidos responsáveis pelo horário eleitoral gratuito. Ao invés de declamar promessas, algumas sem nexo nem contexto, os candidatos, e os partidos, devem aplicar-se na tarefa de expor a dinâmica da eleição com clareza. No sufrágio proporcional, o principal não é o candidato, mas o partido e a coligação. Neste sistema o primeiro destinatário do voto não é o candidato, mas a legenda. Se o partido, ou a coligação, conseguir o número de votos suficientes estabelecido pela legislação eleitoral, fica eleita a pessoa que naquele partido ou coligação conseguir o maior número de votos. As sobras vão para os demais candidatos da legenda. É o chamado quociente eleitoral estabelecido pela justiça eleitoral. O eleitor precisa ficar atento e esperto para que o seu voto não migre e acabe favorecendo um político mais espertalhão. Que se me perdoe a franqueza, mas tem candidato que concorre iludido. É convidado a concorrer somente para somar voto, para engrossar o voto da legenda. Os caciques se perpetuam no poder à custa de índios ingênuos! Coincidentemente, são eles os que mais trocam de partido! E tem eleitor que, por desconhecer a regra, acaba colaborando com o esquema. É o que acontece quando se vota em parente ou em pessoa do seu convívio, simplesmente para agrada-la ou para mostrar-se solidário. Muitos eleitores ‘perdem’ o voto porque não são suficientemente esclarecidos a respeito do processo eleitoral. Nem se interessam em saber quem compõe a legenda ou a coligação. O risco de desperdiçar votos por falta de um conhecimento adequado é enorme. E a frustração que esta decepção causa alimenta mais o desgosto pela política.

Fazer política correta é uma arte. E uma virtude. Votar exige sagacidade. E empenho! É o futuro que está em jogo! Faça a população prevalecer o seu anelo por uma política saudável e coletivamente próspera!

Pe. Charles Borg

07.08.08

UMA CARTA DA PRISÃO

 UMA CARTA DA PRISÃO

Caríssima irmã Yolanda Ladeira,

Quando fomos integrados à população carcerária, os presos quiseram que déssemos aulas para eles. Aqui a maioria é semi-analfabeta, e o presídio só oferece curso até o 3° primário. O pessoal, sedento de cultura, logo nos cercou, na esperança de que ensinássemos o que sabemos (eles chegam a reler o mesmo livro três ou quatro vezes). Todavia, a administração não permitiu. Em torno da gente sempre houve a suspeita de que só abrimos a boca "para fazer proselitismo".

Com o tempo, entretanto, descobri que a simples convivência permite que haja entre nós, presos políticos e comuns, uma troca de conhecimentos. Eles têm muito a nos ensinar. A nossa formação é acadêmica, intelectualista, abstrata, livresca. A deles é empírica, pragmática, forjada no sofrimento, rica de sabedoria. A grande diferença é que nós sabemos que sabemos e eles não sabem que sabem. Ajudar a fazê-los ver o quanto sabem tem sido a nossa preocupação.

Outro dia, conversando com Paulão, perguntei a ele:

“Quem tem mais cultura, um médico ou um índio?”

“O médico, é claro”, respondeu-me.

“Por que o médico?”

“Porque foi à escola, leu muitos livros, aprendeu a curar doenças e fazer operações, tirou um diploma.”

”Então me diga uma coisa: o médico sabe pescar com arco e flecha, fazer tinta de jenipapo, reconhecer o grito da capivara, distinguir plantas medicinais, transformar tronco de árvore em canoa, cultivar mandioca e milho, tecer a fibra de buriti, acender fogo sem fósforo, caminhar na mata sem bússola e preparar carne sem sal?”

O companheiro pensou um pouco e meio surpreso respondeu:

“É, não sabe não.”

“Como é, então, que você diz que o médico tem mais cultura que o índio?”

“Pelo que vejo, o médico tem sua cultura de médico e o índio tem sua cultura de índio.”

A partir desse momento, Paulão passou a compreender algo que muitas pessoas diplomadas em universidades ignoram (apesar das obras monumentais de Lévi Strauss, Darcy Ribeiro e Paulo Freire): não existem homens mais cultos que outros, existem culturas paralelas e socialmente complementares.

O fato de a raça branca julgar como cultura só aquilo que ela sabe, levou-a a "pacificar" os índios. A quem fazem mal os "selvagens"? A ninguém. Vivem a sua vida, a sua cultura, a sua história. Mas nós, os brancos, nos julgamos uma raça superior (e este complexo nos levou a dizimar os vermelhos; isolar os amarelos; e subjugar os negros). Cremos que cultura e civilização são aquilo que constitui o nosso patrimônio. Esquecemos que o índio tem a sua própria civilização que, em muitos aspectos, é mais avançada que a nossa (vide astecas e maias). E com a nossa amnésia continuamos nos embrenhando pela floresta adentro, poluindo o ar e a água, subornando o índio com presentes de grego e corrompendo-o com promessas ilusórias. O preço de cada passo de nosso progresso é a ruína de mais uma tribo.

Um grupo japonês acaba de instalar-se no Brasil para exportar produtos de artesanato indianista. Sem falar da exploração que isso vai significar para o índio, o que todos parecem ignorar (não os índios, mas autoridades e empresários) é que esse artesanato depende de aves que se tornam cada vez mais raras. Aqui o preço será a extinção dessa fauna.

Venho acompanhando com muito interesse essa expedição que, junto ao rio Peixoto de Azevedo, no Mato Grosso, procura "pacificar" os índios gigantes Kranacaroes. Quanto mais a expedição avança, sob cobertura aérea, mais os índios se afundam na mata. Às vezes imagino o cacique reunindo a tribo assustada para explicar o que se passa:

“Irmãos, procurai estar sempre atentos, porque a qualquer momento esses caras pálidas selvagens podem alcançar-nos. Até a presente lua temos gozado da mesma paz e prosperidade em que viveram os nossos antepassados. Temos guardado nossa inocência, sem que o nosso coração se deixasse contaminar pela ambição e pela malícia; temos vivido com o que a natureza nos fornece, sem necessidade de apoderar-nos dos bens da terra ou de delimitar nosso território. Graças aos nossos deuses, jamais conhecemos a doença, a fome e a inimizade; nossos jovens são fortes e corajosos, nossas mulheres férteis e puras. Eis que agora os selvagens quebram nossa secular tranqüilidade. Ameaçam-nos com seus paus de fogo e suas lâminas de ferro; assustam-nos com seus pássaros metálicos e nos armam ciladas com bugigangas, sem as quais temos vivido luas e luas de felicidade. Vede como eles são: envergonham-se do próprio corpo e cobrem a pele; caminham devastando a mata, afugentando animais e secando as plantas. Querem aprisionar-nos e confinar-nos em seus parques, para que possam destruir a nossa terra e a nossa tribo. Contudo, não vos submeteis sem lutar. A terra que pisamos conheceu o homem quando aqui chegaram os nossos antepassados, que a legaram aos filhos de seus filhos. A nós ela pertence e, por ela, que nos dá vida e alimento sem exigir demasiado trabalho, combateremos até os limites de nossas forças".

Se, dentro de alguns anos, não houver mais índios no Brasil, a Igreja terá de reconhecer sua parte de culpa nisso. No passado, nossos missionários internaram-se na selva sem preparo e contaminaram os índios com o seu caldo de cultura europeizada. Acreditavam que civilizar era ensinar o índio a ter vergonha da nudez e usar roupa, e repudiar a vida coletiva da aldeia e aprender nossas línguas, e adquirir nossos costumes. Muitos missionários abriram caminho para os mascates que exploraram o índio, comprando seu artesanato e sua mulher por uma garrafa de álcool. Sob o pretexto de anunciar o Evangelho, contribuímos para o extermínio da raça. Levamos a morte onde havia vida.

São raros os missionários que, como Anchieta e Antônio Vieira, respeitaram a cultura do índio e tudo fizeram para preservá-la. Raros os que se tornaram índios com os índios. Mas felizmente eles existem e são a nossa esperança.
20/02/2002- Frei Beto

06.08.08

CURSOS CHINELOS

        De 26 de agosto de 1978 até 26 de agosto de 2008 são 30 anos. Isto significa que ingressaram 1.650 estudantes por ano no curso de Administração, que se multiplicamos vezes 2 (dois), quando ingressos semestrais, seriam a escalofriante quantidade de 3.300 alunos que ingresam ao curso anualmente.

        Nesse sentido, do razão pra meu amigo, jornalista e fotografo que o curso de administração é chinelo na nossa cidade.  Ante 3.300 alunos, não sei se todos se formaram, mas que ingressaram na faculdade ingresaram, e da a pensar o que eles estaram fazendo hoje, trabalhando aqui ou migraram para outra cidade.

       Pois então, dia 26 de agosto faz 30 anos da minha formatura, nunca me inscrevi no CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO,  como tambem nunca fui procurado por alguem, para me inscrever nele,  e foi por uma coisa dessas que eu fiz CIENCIAS CONTABEIS, e pago durante 28 anos religiosamente minha anuidade.

        Chinelo, tambem porque nas secretarias de administração, não tem gente formada nesse curso,  como tambem de administradores, trabalham engenheiros, medicos, dentistas e professores., não sei até quando e porque.

        E não é frustração, porque não me considero dessa forma, me acho um professional bem sucedido, e muito bem procurado por meu inumeros clientes e amigos, para qualquer tipo de consulta, na area administrativa, contabil ou imobiliaria, até no ramo de direito, que tambem tive o privilegio de cursar alguns aninhos que me deram um bom conhecimento, que não deixa nada a desejar do conhecimento de nossos atuantes advogados.

       Não estou apelando e sim concordando com um parecer de um amigo que usou o microfone de uma radio de nossa cidade, para dizer que os cursos da unipama,, em certo momento eram cursos chinelos...

FAZER O QUE ...

FAZ 30 ANOS

henry urquhart

 

 

 

 

 

05.08.08

TRINTA ANOS

ASSOCIAÇÃO SANTANENSE PRO ENSINO SUPERIOR

FACULDADE DE CIENCIAS ECONÔMICAS E CONTABEIS DE SANTÁNA DO LIVRAMENTO

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

I TURMA DE BACHARÉIS EM ADMINISTRAÇÃO

(Trinta anos)

 

As solenidades de formatura da primeira turma realizou-se no vigésimo sexto dia do mes de agosto de mil novecentos e setenta e oito .

Naquele dia as 18:30 horas  compartilhamos uma missa em ação de graças na Igreja Nossa Senora do Rosário.

Ás 20:00 horas, solene colação de Grau no Clube Comercial.

No nosso convite está escrito como LEMA :  " O crescimento organizado é a melhor forma de sobreviver e vencer. "

JURAMOS:  " Prometo, no exercicio da profissão de Aministrador, planejar, organizar, racionalizar e gerir, criando estruturas e sistemas e conduzindo as instituições aos seus propósitos, tendo em vista a dignidade do homem, a elevação de seu nível de vida, o desenvolvimento de sua cultura e bem-estar, assim como a grandeza da Pátria e da comunidade das Nações.

 

Na minha opinião acho que cumpri em grande parte com meu juramento, de uma forma solidaria e pluralista.

NOSSO PARANINFO :  DR LORENÇO OTTO SCHORR

(Grande amigo ate os dias de hoje )

Homenajeados:  Econ. João Luiz Hourcade do Prado, Thomaz Albornoz Neto, Econ. Luiz Carlos Sant´Anna, Adm. Julio Cesar Hourcade do Prado, Sr. Leonel Amorety Cornatti, Prof. Zulema Araujo dos Reis, demais professores e funcionarios da Associação Santanense Pró Ensino Superior

 

FORMANDOS:

ÁTICO ZENERINO GIACOMINI

CARLOS ELI SILVEIRA VIGÃNICO

DALTO ANTÕNIO FRANCISO

EBER RODRIGUES FERNANDEZ

GETULIO FLORES LOPES

HENRY JOSE URQUHART PEREZ

HILARIO NICOLINI

JORGE ANTONIO CHAVES

JORGE OSVALDO ALVES RODRIGUES

JOSE LUIZ ESCOSTEGUY

JOVANI CARLO PEREIRA CIEGLINSKI

JULIO JOSE LUIS DE LEON RODRIGUEZ

MARIA DE LOURDES ECHEVESTRE CASTRO

MARISA BEATRIZ SANCHEZ HUERTAS

MARLENE PEREIRA DE ANTONELLO

RENILDO UBIRAJARA VIEIRA OSORIO

ROBERT BRAZ DA LUZ GONZALEZ

RUBEM ROQUE CORADINI

ZENOVIA PIREZ